Milionário da Tecnologia Aposta em Boné Anti-Calvície e Outras Medidas Radicais na Busca pela Juventude Eterna

Bryan Johnson, um empresário de tecnologia de 48 anos conhecido por suas extravagâncias em busca da juventude eterna, continua a surpreender com seus métodos. Avaliado em US$ 400 milhões, Johnson ganhou notoriedade após vender sua plataforma de pagamentos Braintree para o PayPal por US$ 800 milhões e, posteriormente, fundar a Kernel, empresa que desenvolve interfaces cérebro-máquina.

Ultimamente, Johnson tem investido em um boné com luz vermelha para estimular o crescimento capilar, além de já ter experimentado um anel peniano para monitorar ereções noturnas e terapia de ondas de choque. Anteriormente, ele também realizou transfusões de plasma do sangue de seu filho, procedimento que não apresentou resultados positivos.

Johnson segue o protocolo ‘Blueprint’, um regime rigoroso que inclui acordar às 4h30, exercícios matinais, sessões de sauna, uma dieta vegana de 2.250 calorias e o consumo de mais de 50 comprimidos diários. Ele compartilha suas experiências nas redes sociais, onde acumula milhões de seguidores, e vende produtos sob a marca Blueprint, como um azeite de oliva comercializado por US$ 35.

No entanto, muitos médicos questionam a eficácia e segurança do protocolo Blueprint, citando preocupações com a ingestão excessiva de suplementos e a rigidez da dieta. O próprio Johnson admitiu que um dos tratamentos testados teve efeito reverso, acelerando seu envelhecimento.

A saga de Johnson é tema do documentário ‘Don’t Die’, onde ele afirma ter reduzido sua idade biológica em 5,1 anos. Contudo, estudos recentes indicam que seu envelhecimento pode ter sido equivalente a 10 anos entre 2022 e 2024. Oliver Zolman, ex-médico de Johnson, deixou a Blueprint, temendo os efeitos dos produtos da marca, e uma pesquisa interna revelou reações adversas em mais de 60% dos participantes.

Além de sua busca pela juventude, Johnson enfrentou disputas legais com sua ex-esposa, a cineasta Taryn Southern, que o processou por não cumprir promessas financeiras após o divórcio. Johnson venceu a ação e processou Southern de volta, resultando em uma condenação de US$ 584 mil por violação de um acordo de confidencialidade.